Entrevista: Ednaldo Lavor Prefeito Municipal de Iguatu

Prefeito e Vice ao lado de seu secretariado (Foto Thiedo Henrique/Mais FM

Ednaldo Lavor, o prefeito de Iguatu, recebeu a reportagem para entrevista. A marca de 100 dias de qualquer gestão sempre foi um momento de avaliação, tanto para quem está no comando, quanto para quem assiste e aprova – ou não – a administração municipal em andamento. Acompanhado de seu secretariado, ele falou do que realizou até agora, seus grandes desafios, suas vitórias e também discorreu sobre as suas angústias.

Thiedo Henrique

Prefeito, chegados 100 dias qual a maior dificuldade que o senhor enfrentou nesses primeiros meses?

Ednaldo – A maior dificuldade que enfrentamos ao receber este município, foi nos deparar com o estado da máquina pública. Recebemos o município com a folha de dezembro em atraso, com servidores reclamando de apropriação indébita, devido a empréstimos feitos pelo ex-gestor. Herdamos uma dívida imensa do INSS, mais de R$ 75 milhões. Muitos problemas estruturais, obras inacabadas e abandonadas. Esses problemas refletem até hoje na gestão. Nosso maior desafio é tentar realmente resolver esses problemas deixados por administrações passadas.

Nesses 100 dias, que avanços de sucesso o senhor destacaria?

Ednaldo – O atendimento. Criamos aqui na Prefeitura Municipal de Iguatu o atendimento à população às terças-feiras. Recebemos associações, entidades de classe, líderes políticos, religiosos, comunitários, lideranças de todas as áreas que representam nosso Iguatu. Iniciamos o nosso atendimento às 7h e vamos até 22h. Entendo que dessa maneira temos uma capacidade maior de enxergar os anseios da população de modo geral por meio das respectivas representações.

Prefeito, 100 dias de gestão, agora se imagina que conhece bem a máquina pública. Será possível colocar em prática as promessas de campanha?

Ednaldo – Sim. Não ficaremos só reclamando do que recebemos. Queremos tornar realidade as promessas que eu entendo que vão ajudar a população, e já conseguimos. Recentemente, abrimos o terceiro turno de atendimento dos PSF’s de dois bairros do município. Implantamos depois de realizarmos uma pesquisa minuciosa. Detectamos que a região da Vila Neuma, Vila Moura, São Gabriel, Alto do Jucá, Chapadinha e Areias necessitavam desse atendimento noturno, tendo em vista a grande demanda. Esse novo horário de atendimento é justamente para suprir a carência dessa parcela da população. Está sendo positivo, pois a quantidade de pessoas que ficavam de noite para pegar uma ficha para no outro dia ser atendida era grande. Com essa medida estamos desafogando os atendimentos no Hospital Regional e UPA, melhorando os índices da saúde no município.

O senhor acha que a ‘polêmica em torno do lixão’ respingou negativamente na imagem da gestão?

Ednaldo -Não. Não respingou até porque os iguatuenses sabem do nosso empenho e da necessidade de que esse lixão não permaneça mais na região da Chapadinha. O Ministério Público foi provocado depois que mudamos os moldes. Mesmo não concordando com MP, eu respeito. Ressalto que hoje recebemos de administrações antigas um aterro sanitário embargado inclusive com processo na justiça e Polícia Federal vindo aqui investigar e um lixão sem licenças ambientais. O que nós fizemos foi buscar uma solução provisória, visando resolver paliativamente o problema da fumaça tóxica que invadia a cidade. Os vereadores de oposição não deveriam ter provocado a justiça. Acho que deveriam ajudar. Tiveram 12 anos para isso, e não fizeram. O retorno para a Chapadinha não foi um ponto negativo só para administração e sim para o município de Iguatu.

O Ministério Público do Estado do Ceará recomendou à sua gestão suspender o depósito de qualquer tipo de lixo, no ‘Lixão Controlado’ no sítio Caiçara, aberto pela sua administração, além disso, deu um prazo de 30 dias para recuperação da área afetada. Quais medidas estão sendo tomadas para cumprir essas determinações? E quais ações o senhor pretende tomar para acabar com o lixão da Chapadinha?

Ednaldo -Por meio de coleta seletiva, destinamos mais de 3 mil pneus para indústrias especializadas. Coletamos de maneira profissional o lixo hospitalar, eletrônico e a poda, essa última, por meio de parcerias com as cerâmicas da cidade, que fazem a compostagem sem agredir o meio ambiente. Todo esse lixo antes era despejado no lixão. E agora pelo menos parte dos resíduos que produzimos, damos um destino correto. Um desafio que eu espero dentro de pouco tempo resolver em parceria com o Ministério Público, e todos os órgãos ambientais. Esse problema não é só meu ou da gestão é de toda a população. Vamos provocar o MP e apresentar uma proposta para que o lixão não permaneça nem na Chapadinha nem na Caiçara e nem qualquer outro local de Iguatu. A ideia é retirar esse lixo aqui da cidade de maneira responsável e respaldada pelos órgãos. Os custos irão aumentar, mas nós entendemos que nem o município nem qualquer outra região tem a condição de ter hoje 43 milhões para fazer um aterro sanitário controlado. Até porque o município possui um aterro sanitário que foi embargado pela Justiça Federal e o motivo todos conhecem.

O que o senhor garante de avanço nos próximos 100 dias que não foi possível avançar neste primeiro momento?

Ednaldo – Ainda quero avançar mais na saúde e em outras áreas, como a educação, e em projetos sociais previamente planejados. São nessas áreas que acredito ter um avanço significativo nos próximos dias. Venho me reunindo com todos os secretários que produzem relatórios do que foi feito e estipulando metas a serem cumpridas. Vejo na equipe boa vontade e esforço. A situação está difícil, mas observo que todos estão cumprindo o papel de administrar para as pessoas.

Prefeito, usuários reclamam da malha urbana da cidade que está ficando completamente esburacada. O senhor tem um plano para reverter o quadro?

Ednaldo – O período invernoso afeta negativamente o atual estado de nossas vias e problemas de saneamento. Por outro lado nos dá a certeza que a safra será satisfatória pro nosso amigo agricultor. Fizeram asfalto de maneira eleitoreira, em outubro do ano passado, que ganhou o apelido de ‘sonrizal’, por se desmanchar na chuva. E isso está causando esses problemas na malha viária do nosso município. Mas já acionamos a secretaria de estrutura, executiva e do meio ambiente para uma solução definitiva e de maneira rápida. A operação ‘tapa-buraco’ vai acontecer e já estamos nos organizando para no pós-período invernoso colocar em prática essa intervenção.

O senhor foi a Brasília por diversas vezes, em busca de emendas parlamentares. Houve alguma decepção nessas suas idas?

Ednaldo – Não. Fui a Brasília sem olhar a cor partidária. Eu busquei todos os deputados federais que foram votados aqui no município de Iguatu. Sem exceção. Busquei aqueles que já tinham emendas para o município sem a gente ser do mesmo lado político. O que falei aos deputados era que os iguatuenses votaram neles, e nada mais justo a permanência das emendas. Eles entenderam muito bem a mensagem. Por isso não tive uma decepção.

O senhor tem recebido ajuda de algum deputado federal? Ele conseguiu enviar recursos ou se comprometeu a fazê-lo para ajudar a realização de obras em Iguatu?

Ednaldo – O deputado federal José Maria Macedo enviou quase R$ 4 milhões que serão destinados à saúde e para crise hídrica do município, na perfuração de poços profundos e melhoramento do sistema de abastecimento. O deputado Odorico Monteiro enviou para o município R$ 1,5 milhão, todo voltado para área da saúde. O deputado José Nobre Guimarães com R$ 1,750 milhão voltado para saúde e esporte. Chico Lopes destinou para o município R$ 340mil. André Figueiredo enviou R$ 190mil. Moroni Torgan, deputado e atual vice-prefeito de Fortaleza, destinou R$ 1 milhão. Trouxe boas notícias de Brasília também do senado com José Pimentel. Ele nos levou a alguns ministérios onde conseguimos destravar recursos na área da educação que precisavam de uma simples assinatura, e renovação de contrato e assim como no Ministério da Saúde.

Os dois deputados de Iguatu, Mirian Sobreira e Agenor Neto, ajudam ou atrapalham a sua administração?

Ednaldo – Boa pergunta. Vou me reportar primeiro à deputada estadual Mirian Sobreira; parceira e amiga do Iguatu no apoio para que a gente pudesse estar na condição de prefeito hoje. É uma pessoa que nos ajuda a administrar e ter um bom diálogo com governador Camilo Santana. Por meio de emenda parlamentar, ela já se comprometeu a destinar uma unidade de saúde básica em torno de R$ 600mil. Ela confirmou compromisso junto à Secretaria de Agricultura com R$ 100 mil para perfurações de poços, e sua entrada fácil na Secretaria Estadual de Políticas sobre Drogas nos rende projetos desse tema. Já com o atual deputado estadual e ex-prefeito, eu não tenho convívio ou contato. Ele teve 12 anos para mostrar que poderia fazer um bom trabalho e lamentavelmente ele investiu muito em marketing, mostrando uma realidade que não existe no município. ‘Iguatu era um lobo com pele de cordeiro’. Ele mostrava para o Estado do Ceará que Iguatu era a ‘cidade do futuro’, uma cidade maravilhosa, mas percebemos que não era nada daquilo que ele estava dizendo. As emendas do deputado não chegam ao município, não existe boa vontade, é só ‘blá blá blá’. Ele foi ao rádio dizendo que tinha conseguido R$ 1,2 milhão na área da saúde, isso é balela. Os recursos que chegam ao município são fruto de um trabalho nosso realizado. O sucesso atual da saúde de Iguatu não é fruto de dinheiro a mais que chegou. Temos hoje o mesmo dinheiro que eles tinham no passado. O deputado ao invés de estar falando, devia ter ações. Ele tem que se desarmar, sair do palanque e ajudar o município, uma vez que foi eleito também para trazer benefícios.

Visando a um melhor andamento dos trabalhos nas pastas municipais, haverá oxigenação/mudança do secretariado ou ainda é cedo para se pensar nisso?

Ednaldo – Ainda é cedo. Não tem pensamento de fazer mudança de secretário, até porque estou muito satisfeito. Lógico que existem algumas falhas, erros e ações que precisam ser feitas. São apenas 100 dias e mudar agora seria ser precipitado. Hoje 90% dos servidores públicos são efetivos e o secretariado tem como missão fazer com que a categoria seja parceira fundamental no sucesso da gestão. Não queremos prejudicar ou forçar ninguém a trabalhar. Nossa conduta é colocar na cabeça que o bom funcionalismo é o sucesso de todos. E nossos secretários precisam de tempo pra incutir isso.

Assessores e até secretários se envolveram em polêmicas, inclusive em redes sociais. Há orientação sua sobre a conduta de seus assessores, tanto na gestão como no pessoal e profissional?

Ednaldo – Não é conduta nossa, nem foi e nem será. Eu entendo que todo secretário, como todo servidor, tem seu lado profissional de trabalho, mas ao mesmo tempo tem seu lado pessoal. Nem eu nem o vice-prefeito Marcos temos o direito de interferir no lado pessoal de ninguém. O que a gente sempre diz é que quando você assume o cargo de secretariado você tem satisfação a dar à população. Se existem críticas, reclamações, indagação, nós não podemos simplesmente usar as redes sociais. Se tiver errado, temos que mostrar à população que podemos resolver. Eu evito polêmica, mas é inevitável. Isso faz parte de toda administração. Convivo bem com isso, minha experiência como vereador e presidente de câmara me fez acostumar lidar com esse tipo de situação.

Como vem encarando a opinião pública em torno de sua gestão?

Ednaldo – Muito positiva. Recebemos uma pesquisa onde 65% da população aprova a nossa administração, isso é reflexo de uma administração que é voltada para o povo, nos atendimentos, no trabalho do secretariado que estão se empenhando ao máximo para dar resposta à sociedade. Nós temos algumas secretarias que necessitam de mais cuidados, pois algumas são novas. E tem outras pastas que já existiam e recebemos com problemas seríssimos de estrutura. Esse desafio é muito grande, mas ao mesmo tempo estamos preparados para fazer um bom atendimento a todos.

 Repercutiu que o senhor teria declarado que vai processar quem criticar a gestão. Foi uma declaração de momento ou o senhor pretende realmente fazê-lo?

Ednaldo – Não. Eu não falei isso. De maneira nenhuma falei que ia processar quem criticar a administração. O que falei foi que servidores públicos ou pessoas que soltarem uma mentira nas redes sociais, difamando ou caluniando o prefeito, secretário ou qualquer outra pessoa que compõe a gestão, eu iria procurar a justiça para tomar as devidas providências. Isso tudo aconteceu porque aluguei uma casa, pois a que eu morava, há mais de 10 anos, precisava passar por reforma. Aluguei de um amigo e passei a morar enquanto reformava a minha. Depois disso surgiram comentários maldosos na internet, a mando de adversários políticos, dizendo que eu tinha comprado uma casa por mais de 1 milhão de reais. Depois disso, fui as rádios mostrar o contrato de aluguel. É um direito meu e de qualquer cidadão alugar uma casa. A internet é realmente um canal para expressar o sentimento de cada um. Mas ela não pode ser utilizada para mentir e caluniar sem provas. Por isso disse que ia processar essas pessoas que caluniarem e mentirem falando da pessoa do Ednaldo, mas processar quem critica a administração não é meu papel, e nem conduta nossa. Vou procurar os meios legais para essas pessoas que usam de má fé as redes sociais.

Nesse início de mandato, servidores reclamam de atraso salarial. A denúncia procede? Faltam recursos?

Ednaldo – Acho que não procede. O servidor sabe bem que recebemos da gestão passada um município com a folha de dezembro atrasada sem pagar o INSS e FGTS. Dívidas referentes ao empréstimo dos servidores. Todos esses fatores implicaram o bloqueio dos primeiros recursos que só foram liberados na primeira quinzena dos dois primeiros meses do ano. Eu me comprometi aos servidores em pagar mês de janeiro referente aos empréstimos consignados, mas deixei claro que o mês de dezembro não era de competência nossa. Não tem atraso salarial. Recebi o município com apenas R$ 1, 6 milhão de uma repatriação que nem esperávamos receber e uma folha de pagamento de R$ 7 milhões por pagar. O que fiz para sanar a dívida que não era minha; não pagamos salários referentes aos cargos de prefeito e vice, aos secretários e aos cargos comissionados, porque não tinha dinheiro para isso, foi assim que equilibramos as contas. Estamos pagando os salários referentes ao mês de abril, pois há uma variação de datas conforme o setor. Na saúde nós recebemos o recurso até dia 13 ou 15; na educação no início do mês. O servidor recebendo em dias é uma prioridade. Estamos recebendo todas as categorias, recentemente concedemos ao magistério 6,68% de reajuste e refletiu positivamente. Já conversamos com a classe de motoristas, endemias e movimentos sindicais, sempre os valorizando. Hoje posso afirmar que o relacionamento com os servidores é muito bom.

Prefeito, outro caso que repercutiu negativamente contra sua gestão foram as mortes de bebês no Hospital Regional de Iguatu. Essas famílias que perderam essas crianças estão tendo acompanhamento por parte dos equipamentos da gestão e o que está sendo feito para reduzir esse número?

Ednaldo – Depois que a gestão passada perdeu a eleição, a administração parou, e todas as gestantes e os acompanhamentos que elas tinham deixaram de existir. Encontramos calhamaços de papéis que as Agentes Saúde levavam para Secretaria de Saúde, que não possuíam regularização ou despacho. Isso fez o município perder recursos e as gestantes deixarem de ser acompanhadas. Lógico que estamos trabalhando para acabar com o sofrimento das gestantes, que chegam lá muitas vezes sem o pré-natal. Temos que melhorar ainda mais o atendimento a essas pessoas, corrigir falhas, porque o Iguatu e a Região Centro-Sul merecem respeito.

A gestão passada inaugurou um UTI Neonatal, por que ainda não está em funcionamento?

Ednaldo – Nós estamos aguardando o parecer da Vigilância Sanitária do Estado (Anvisa) para que possa realmente funcionar, nós precisamos dessa autorização. Fizeram uma Casa da Gestante por trás do Hospital Regional simplesmente para um construtor ganhar dinheiro, sem se preocupar verdadeiramente com a gestante. A casa foi construída ao lado de um galpão de máquinas, suponhamos que o Hospital Regional falte energia, é acionada essa casa de máquinas composta por geradores de grande porte, isso vizinho da casa da gestante, imagine o barulho que isso faz quando acionadas em um lugar onde o acompanhamento especial de uma mulher em trabalho de parto necessita de descanso e tranquilidade tendo que conviver com uma máquina ligada fazendo barulho? Foi feita de maneira irregular. Outra suposição: essa gestante entra em trabalho de parto o acesso ao Hospital Regional fica do outro lado, é correto essa gestante ter que pegar uma ambulância para ir ao centro cirúrgico? Essa obra ficou inacabada. Aguardamos a inspeção da Anvisa que autorizará ou não o uso desse equipamento nessas condições.

Qual o sonho que o senhor ainda alimentar tornar real, quando terminar o seu último dia do atual mandato de prefeito de Iguatu?

Ednaldo – Na verdade não é um sonho é um planejamento. Desejo que o secretariado com seus projetos consiga lograr êxito. Nossa administração planeja buscar meios pra gerar emprego e renda. É um problema que convivo desde 5h da manhã, todos os dias, hora que acordamos com pessoas nas nossas portas pedindo simplesmente uma oportunidade de emprego. Isso é uma demanda sentida ainda do vereador ao secretário. Precisamos buscar melhorar área de geração de emprego e renda fazendo parceria com Estado e esfera federal. Pensado nisso trouxemos o secretário do estado de Desenvolvimento Econômico, César Ribeiro, para que ele possa nos ajudar trazemos um distrito industrial que primeiro dê oportunidade ao médio e pequeno empreendedor do nosso município que estão sufocados, não tendo a mínima condição de aumentar as suas potencialidades. Iguatu sofreu muito com as empresas que queriam vir para cá e tinham que ter ‘padrinhos, pagar pedágio e ter sócio’. Nossa administração está na busca desses empresários que venham para Iguatu, que agora terão oportunidade sem perseguição. Vamos melhorar e analisar a carga tributária do município de Iguatu, da maneira que estava sendo conduzida o empresário não podia vir para cá porque não tinha um incentivo fiscal. Já tivemos alguns avanços, trouxemos aqui Fernando Linhares que confirmou a vinda das Lojas Americanas gerando em torno de 40 empregos. Estamos em contato com a New Land, a rede de supermercados Açaí. A Dakota pretende ampliar sua produção com objetivo de gerar 500 empregos diretos, para isso necessita de uma terraplanagem no espaço onde será construído outro galpão. Entraremos com essa parceria. Tem muitos empresários querendo construir condomínios fechados, mas infelizmente temos uma lei que impede de fazer prédios e edifícios. Vamos propor a mudança dessa lei. Não podemos deixar que a prefeitura seja um cabide de emprego. Queremos tornar a prefeitura um local que construa e incentive oportunidades. Muitas empresas hoje já começaram a perceber que empreender em Iguatu é possível. Fico muito feliz de estar utilizando este canal falar para a população que nos deu a oportunidade de trabalhar e tornar o Iguatu mais justo para todo mundo.

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