Na última terça-feira (5), a Nasa abriu uma amostra intocada de rochas e solo lunar trazido pela missão Apollo 17, de 1972. Essa ação faz parte da iniciativa Apollo Next-Generation Sample Analysis (ANGSA).

O objetivo desses novos testes é praticar técnicas para estudar amostras coletadas na futura missão Artemis, que pretende pousar na Lua até 2024. “A abertura dessas amostras agora permitirá que uma nova geração de cientistas refine suas técnicas para estudar melhor futuras amostras”, afirmou Francis McCubbin, curador de astromateriais da Nasa.

A maioria das amostras que foram trazidas já foram estudas ou estão sendo, mas uma parte foi cuidadosamente reservada para serem testadas com a tecnologia mais avançada à medida que a ciência se desenvolve. “Hoje somos capazes de fazer medições que não eram possíveis durante os anos do programa Apollo”, disse Sarah Noble, cientista do programa ANGSA.

A Nasa usará técnicas como imagens 3D não destrutivas, espectrometria de massa e microtomia com resolução ultra-alta para estudar as amostras. “as descobertas dessas amostras fornecerão novos insights para Nasa sobre a Luca”, concluiu Charles Shearer, um dos líderes da iniciativa.

A agência espacial vai equipar os astronautas com novos instrumentos e ferramentas para estudar a Lua nas missões Artemis em 2024. Além disso, a Nasa espera que essas pesquisas ajudem a preparar a próxima fase de exploração espacial, que será levar astronautas a Marte.

Fonte: Olhar Digital

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