Não importa o dia ou a hora. Independente de férias, momentos de lazer, descanso ou curtição, quem passa ou frequenta assiduamente a Avenida Beira mar, em Fortaleza, com certeza já se deparou com várias pessoas praticando os mais variados tipos de esportes, que vão desde as simples caminhadas aos consagrados surfe ou vôlei de praia, por exemplo, que já formaram grandes campeões mundiais.

Hoje em dia, ao menos 20 modalidades são praticadas diariamente, seja no calçadão, na areia ou no mar, o que mostra um interesse cada vez maior dos desportistas, que transformaram o local num verdadeiro centro esportivo ao ar livre.

É o que explica o educador físico e professor de Beach Tennis, Alex Santos de Sousa (37), que dá aulas do referido esporte há mais de oito anos na Beira mar. “As pessoas que praticam esporte aqui na praia (Beira mar) buscam qualidade de vida e bem estar. Para elas, isso aqui é uma vitrine ao ar livre, com muito vento, sol, mar e tudo o que a natureza pode oferecer”, explicou.

No mar, propriamente dito, o cenário não é diferente. Logo cedo chegam desportistas de todas as idades e de vários cantos da cidade. Apaixonados por natação, surfe, caiaque, stand up paddle e vela tentam aproveitar ao máximo o que as águas lhe proporcionam, seja com o mar agitado, que proporciona boas ondas ou em pontos onde predomina a calmaria do mar, contido pelos espigões.

“A orla de Fortaleza tem condições bem favoráveis para esportes aquáticos. Temos ventos constantes e uma área adequada para a prática. Além disso, contatos com o apoio da Capitania dos Portos do Ceará, que garantem a segurança dos praticantes e também nos eventos”, diz o instrutor de vela, Daniel Azevedo, que dá aulas no local há mais de 20 anos.

Por esses e outros motivos, o esporte ao ar livre vem colaborando não só para o alto rendimento dos atletas, que ajudam ao corpo e a mente e além disso proporcionam momentos de lazer com amigos e familiares.

Social

Assim como a vela, onde Daniel Azevedo além de dar aulas particulares, atende a várias crianças e jovens de comunidade carentes, outros projetos dão apoio aos interessados que não dispõem de recursos para a prática esportiva de outras modalidades.

Exemplo disso é o projeto desenvolvido pelos amigos Rafael Medeiros e Galdino Malandrino que visa a revitalização da orla através da prática esportiva. “Trabalhamos com caiaque stand up paddle e canoa havaiana. Hoje temos em média 150 alunos, incluindo desde os alunos que pagam a parcerias com colégios públicos. Fornecemos todo o material gratuitamente, inclusive com os garçons que trabalham aqui nas barracas de praia. Procuramos inserir todos eles nos esportes”, destaca Rafael Medeiros.

Por esses e outros motivos, o esporte ao ar livre vem colaborando não só para o alto rendimento dos atletas, que ajudam o corpo e a mente e, além disso, proporcionam momentos de lazer com amigos e familiares.

Fonte: Diário do Nordeste

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