Moradores da cidade de Cedro recebem visitas de equipe de prevenção e combate aos focos do mosquito Aedes aegypti. Profissionais de saúde, membros do Comitê Municipal de Combate às Arboviroses e brigadeiros voluntários do Programa Aedes em foco, que tem a parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC), participaram da ação.

As visitas fazem parte do cronograma da Secretaria de Saúde para que os casos das doenças dengue, zika e chikungunya não apareçam no município. “São medidas simples que adotamos, mas já estamos colhendo bons resultados. Mesmo que não tendo chuvas, a população vem colaborando para a eliminação dos focos do mosquito Aedes aeygpti”, ressalta o prefeito Dr. Nilson Diniz.

Semanalmente, até o final do ano, serão escolhidos bairros para receberem a visita dos profissionais de saúde. Em agosto, já receberam visitas o Alto do Padeiro e o Pega Avoante.

Tecnologia no combate

Em parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC), Cedro se tornou o primeiro município a sediar o piloto do projeto “Aedes em foco”, aplicativo que visa a criar mecanismo de combate ao mosquito Aedes aeygpti. Os profissionais de Combate às Endemias (ACE) também contam com aplicativo próprio, diminuindo, assim, o uso do papel e fornecendo informações em tempo real. Agentes Comunitárias de Saúde (ACS) também irão utilizar os mesmos métodos tecnológicos, ora em fase de conclusão. A população pode fazer download do aplicativo “Aedes em foco” por meio das plataformas Android e iOs.

A coordenadora do programa em Cedro, Kamylla Diniz, detalha que A população vem aderindo ao uso do aplicativo de forma bem significativa. “Hoje, as pessoas estão com celulares e, na palma da mão, podem tirar dúvidas e até sugerem como melhorar o nosso trabalho, além de indicar pontos de focos do mosquito”, alerta.

Casos

De 1º de janeiro a 17 de julho de 2019 foram registrados dois casos de dengue em Cedro, ambos importados de outras cidades – adquiridos em outros municípios. Informações repassadas pelo Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) mostram que em julho não foi registrado caso algum aqui.

Fonte: Diário Centro Sul

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