O programa apresentado por Silvani Soares e Jan Messias, recebeu neste sábado (13) nos estúdios, dirigentes do PSOL, a vereadora Cida Albuquerque (PC do B) e agentes de saúde do município.

A presidente do PSOL Estadual Cecilia Feitosa destacou a agenda que cumpre na região com os filiados do partido. Ela falou do quadro preocupante da violência contra a mulher em nosso estado, um dos maiores do nordeste. Um Fato que atribui a cultura machista e formação social. Afirmou que Lei Maria da Penha tem sido o principal instrumento para punir os infratores.

Com relação a sucessão municipal, disse que o objetivo é chegar às eleições com candidatura identificada com os movimentos sociais e de esquerda, no caso PSTU e PCB. “Esta definição virá durante a realização das convenções partidárias em julho”.

Programa “Mais Debates”, aborda saúde e politica com os entrevistados
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Situação dos Assentados

A vereadora Cida Albuquerque (Pc do B), tratou mais uma vez do caso dos assentados em nosso município, por conta da polêmica permuta de um terreno público de R$ 950.000,00 por um privado de quase R$ 7 milhões. Segundo ela, o documento de 77 páginas é complexo e não pode ser decidido sem uma avaliação dos vereadores, membros da pastoral e ministério público. Está em jogo a vida de milhares de famílias que aguardam por um projeto que passa por um fundo habitacional e que contemple com moradias as pessoas que aguardam há vários meses.

A documentação já foi entregue aos promotores e esperamos pela análise quando poderemos decidir durante sessão na Câmara Municipal. Estamos imbuídos neste propósito e torcemos pela sua aprovação, pois todos que acompanham o programa “Minha Casa Minha Vida” sabe da seriedade e tem dado certo nos municípios que foram implantados com moradia digna.

Agentes de Saúde cobram gratificações

Agentes de Saúde aproveitaram para cobrar do Prefeito Aderilo, o cumprimento no repasse do incentivo á categoria. Segundo a presidente do Sindisaúde Silvia Helena, o prefeito quer reverter a gratificação de R$ 1.014,00 dos servidores em material de serviços no total de R$ 225.000. Uma proposta que foi rejeitada pela categoria que promete mobilização e ação na justiça. Adiantou ainda, que os municípios beneficiados destinam a gratificação integral aos profissionais e vão lutar por este direito em Iguatu. Além deste fato, comentou o caso do PCCR se não for cumprido, poderá paralisar as atividades em breve. Adiantou que na próxima segunda-feira irá formalizar o fato ao ministério público local onde teremos novos desdobramentos.