Na cidade de Jaguaribe entre domingo, 16, e segunda-feira, 17, duas pessoas foram atacadas por jararacas. Por volta das 20 horas do domingo, o radialista Ramon Gomes da Silva, 33 anos, que reside na Avenida Almir Távora, foi atacado na porta de casa por uma jararaca que estava em meio a palhas de coqueiro.


Ramon Gomes

Ramon Gomes após ser atacado pela serpente sofreu caimbras, dores muscular e de cabeça, sensação de boca seca. Foi socorrido para o Hospital Municipal e como na unidade não tinha o soro antiofídico, a vítima foi encaminhada para o Hospital de Limoeiro do Norte, onde recebeu quatro ampolas do medicamento e em seguida foi encaminhado para o Instituto José Frota (IJF) de Fortaleza.

O estado de saúde do radialista é regular, apesar da alteração da coagulação sanguínea, segundo sua irmã, Hérika Gomes. Os rins do comunicador foram afetados pelo veneno da jararaca.

Outro ataque

Já na noite desta segunda-feira, o vigilante do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), localizado na Vila Pinheiro, Edivando Guerreiro da Silva, 37 anos, conhecido por ‘Dão’, foi atacado por outra jararaca que estava no portão da unidade.

O ataque foi na parte externa do Cras. Dão foi transferido para Fortaleza e passa bem. Segundo seus familiares, o veneno não chegou a circular no sangue.

Hérica Gomes revela que escorpiões também estão aparecendo.

A secretária de Saúde de Jaguaribe, Maria Zuleide Amorim, utilizou a sua página no Facebook e disse que o fornecimento do soro específico, conduta utilizada quando o indivíduo é picado por cobra, é fornecido de modo descentralizado, e na região, a unidade de referência é o município de Limoeiro do Norte.

Para a macrorregião e na grande matriz de referência estadual a unidade responsável por atendimento é o Ceatox no IJF. “Por isso, os pacientes são encaminhados para essas unidades”, explicou a secretária que acrescenta que o fornecimento do medicamento é feito pelo Ministério da Saúde por meio da secretaria de Saúde do Estado (Sesa), e não é adquirido pelo município.

Fonte: Diário Centro Sul