Na terça-feira, 29, com embates abstenções e saídas de bancadas durante as três sessões registradas foi aprovado por maioria absoluta a mensagem que altera os limites dos bairros e zoneamento urbanos de Iguatu. O projeto interfere em três artigos e cinco incisos da lei de 2011.

A mudança do distrito industrial gerou repercussão nas redes sociais após publicações alegando que o poder público havia “acabado com as possibilidades de Iguatu ainda receber uma indústria”. A afirmação foi rebatida pelo poder público, esclarecendo que a mudança se dá por questões técnicas.

Com a lei proposta foi extinta as zonas de transições de áreas rurais que passam a integrar a área urbanas de bairros como Gameleira Juzeirinho; Altiplano, Fomento e Cajazeiras. Extingue também a zona industrial que passa a integrar o perímetro urbano e põe fim a Zona de Habitação de Interesse Social (ZHIS) que agrega ao perímetro do Bairro Novo Iguatu. A zona industrial passa a ficar no seguimento oeste da Avenida Rotary Club de Iguatu.

Conforme o líder de governo Bandeira Jr (MDB) a matéria corrige distorções e áreas descobertas. O interesse do município conforme a vereador é com adiamento do projeto de mobilidade urbana via investimento por meio de empréstimos internacionais que acontecerão nas regiões.

Vereadores da bancada oposicionista liderada por Lindovan Oliveira (PSD) se abstiveram da votação alegando temer que proprietários de terrenos da região onde ocorreram as alterações passem a ser incididos com mais impostos e por ainda não terem se aprofundado na pauta em sua integra. A mensagem que tramita na casa desde a semana passada teve a abstenção ainda da bancada liderada por Mário Rodrigues (PDT), durante a segunda votação, pelo não adiamento, em sinal de protesto os componentes saíram do plenário.

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